Do rádio ao Carnaval: como o futebol pernambucano ganha espaço no premiado filme “O Agente Secreto”
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O cinema brasileiro vive um momento histórico, e o futebol pernambucano encontrou um espaço especial nessa conquista. Vencedor do Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Não Inglesa, o longa “O Agente Secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho, utiliza o futebol como elemento cultural para reforçar a ambientação do Recife dos anos 1970, período marcado pela ditadura militar no Brasil.
Ambientado em 1977, durante o efervescente Carnaval pernambucano, o filme mistura suspense político, memória histórica e referências populares que ajudam a construir a identidade da narrativa. Entre essas referências, o futebol surge de forma natural, como parte do cotidiano da cidade e da vida de seus personagens.
Futebol como trilha sonora e identidade cultural
Uma das cenas mais simbólicas do filme utiliza o áudio de uma transmissão de rádio de um jogo do Santa Cruz, recurso que transporta o espectador diretamente para a época em que o futebol era acompanhado majoritariamente pelas ondas do rádio. O clube coral volta a ser citado em um momento leve e bem-humorado, quando o personagem Seu Alexandre promete pagar uma cerveja caso o Santa Cruz vencesse a partida — promessa que acaba sendo cumprida.
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Além do Santa Cruz, outros clubes tradicionais de Pernambuco também aparecem, ainda que de forma mais sutil. O Náutico, time do coração do diretor Kleber Mendonça Filho, surge em detalhes visuais: crianças usando faixas do Timbu durante um bloco carnavalesco e até registros nas redes sociais do diretor jogando futebol de botão com Wagner Moura, protagonista do filme. Já o Sport é representado por meio de uma fotografia do time exposta na sala do personagem Delegado Euclides, reforçando a presença simbólica do clube rubro-negro na trama.
Reconhecimento internacional e impacto histórico
Além do prêmio de Melhor Filme em Língua Não Inglesa, Wagner Moura também conquistou o Globo de Ouro de Melhor Ator, marcando um feito inédito: foi a primeira vez que um filme brasileiro venceu duas categorias na mesma edição da premiação.
Com 56 troféus conquistados em 36 festivais, “O Agente Secreto” se consolida como uma das produções nacionais mais premiadas da história recente. A vitória no Globo de Ouro fortalece ainda mais a campanha do longa por uma indicação ao Oscar, cuja cerimônia acontece em março.
Após a premiação, Náutico, Santa Cruz e Sport usaram as redes sociais para parabenizar o filme e o diretor, celebrando a forma respeitosa e afetiva com que o futebol pernambucano foi retratado na obra.
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