`` GATILHOS
MENTAIS ´´
Uma pesquisa da Universidade de Cornell (Wansink e Sobal,
2007), estima que nós tomamos mais de 220 decisões todos os dias ligadas à
comida. Isso quer dizer que você, diariamente, pensa mais de duzentas vezes o
que comer, como vai fazer a sua comida, em qual estabelecimento vai lanchar e
assim por diante. Parece pouco para você?
Outros
estudos ainda sugerem que uma
pessoa adulta comum é responsável por tomar até 35 mil decisões diárias,
incluindo assuntos de baixa a alta importância. Na verdade, tudo o que você
decide fazer ou não, implica em uma decisão a ser tomada pelo seu cérebro.
Agora imagine, quanto trabalho está sob responsabilidade deste órgão tão
importante.
Como
o nosso organismo foi criado de forma perfeita e o desejo de sobrevivência e
economia de energia estão presentes em nós desde que nascemos, o nosso cérebro
encontrou maneiras de nos poupar de tantas decisões. Mas como ele faz isso?
Através
dos gatilhos mentais. Vamos descobrir o que são os gatilhos mentais, como eles
funcionam e, acima de tudo, como você pode usá-los a favor de seu negócio
para gerar mais vendas e aumentar as chances de receber um SIM de seus
potenciais compradores. Vamos nessa?
O que são gatilhos mentais?
Segundo
o Érico Rocha, do Fórmula de Lançamento e um dos maiores especialistas em
empreendedorismo no Brasil, gatilhos mentais são comandos focados em “despertar a atenção e provocar uma ação em seu
público”.
Para
isso, esses gatilhos se conectam a parte límbica do cérebro, responsável por
processar as nossas emoções. Segundo ele, nós compramos ou contratamos qualquer coisa baseados em
nossas emoções e não nos pensamentos lógicos. Por esse
motivo, os gatilhos mentais são utilizados amplamente em processos de vendas e
trazem resultados extraordinários.
Esses
pequenos comandos auxiliam o seu prospecto a realizar a compra, baseando-se em
alguns sinais que conhecemos desde muito cedo. Segundo Robert Cialdini, o autor
do livro As Armas da Persuasão,
essa resposta automática a esses estímulos pode ser chamada de “Clique, zum” e está presente em várias
ocasiões do nosso dia a dia.
Através
desses gatilhos o nosso cérebro consegue compreender em quem devemos confiar,
qual o melhor caminho para o trabalho, o trajeto mais seguro em uma noite e
assim por diante. Mas tudo isso, baseado em nossas emoções e experiências
anteriores. Afinal de contas, se utilizássemos apenas a lógica em nossa rotina,
provavelmente não existiram pessoas com sobre peso ou colesterol alto, pois
existem muitos estudos e conteúdos comprovando os malefícios de uma alimentação
desequilibrada, não é mesmo?
Como usar os gatilhos mentais a seu favor?
Os
gatilhos mentais podem ser usados para ajudar as pessoas a se decidirem mais
rapidamente em comprar os seus produtos ou contratar os seus serviços, mas
disso você já sabe. O que você talvez esteja se perguntando é “como fazer
isso?”, “como gerar mais vendas com os gatilhos mentais?”.
Para
entender como aproveitar essa estratégia infalível em seu negócio, você
primeiro precisa conhecer os gatilhos mentais mais comuns e compreender como
eles funcionam em contato com as pessoas certas e na hora mais indicada. Vamos
lá?
1. Autoridade
Desde
crianças nós aprendemos a respeitar autoridades. Esse comportamento pode ser
visto dentro de nossas casas através do respeito e obediência que concedemos
aos nossos pais desde muito cedo. É lógico que conforme vamos crescendo essa
autoridade passa a ser questionada e muitas vezes ignorada, mas isso não vem ao
caso agora.
Com
o passar dos anos, aprendemos a oferecer o mesmo respeito a outras pessoas que
expressam autoridade sobre nós, como é o caso dos professores, médicos,
dentistas, líderes políticos, supervisores, chefes, gerentes e a lista só
aumenta conforme vamos expandindo o nosso círculo de relações. Mas, você já
parou para pensar, por que agimos desta maneira e de forma inconsciente, na
maioria das vezes?
A
resposta é muito simples. Nós fomos treinados a agir desta maneira. Seja pelo
ensinamento de nossos pais, programas de TV que assistimos, há sempre um padrão de hierarquias que devemos seguir para ter
bons relacionamentos e, em muitos casos, manter os nossos
empregos, por exemplo.
Esses
comandos ajudam o nosso cérebro a reconhecer autoridades mais rapidamente e
fornecer-lhes o respeito devido. No capítulo 6 do livro de Robert Cialdini, já
citado neste artigo, o autor ilustra o funcionamento deste gatilho através de
um estudo do Professor Stanley Milgram.
Nesta
pesquisa, voluntários são orientados a dar choques em um ator sempre que ele
erra a resposta de uma pergunta feita pelo pesquisador. O estudo revelou que
quando as pessoas possuíam o livre arbítrio para dar o choque ou não em caso de
erro, elas raramente aplicavam a punição.
Agora,
quando a instrução de aplicar a punição vinha de um pesquisador trajando jaleco
as pessoas não só aplicavam o choque, como aumentavam a intensidade da descarga
elétrica conforme as instruções do falso professor. Mesmo sem compreender o
motivo e contrariadas pela crueldade, as pessoas continuavam a obedecer ás
ordens.
Mas
como você pode usar esse princípio para gerar mais vendas?
Logicamente
você não sairá por aí pedindo para as pessoas aplicarem choques em outra para
atestar a sua autoridade. Também não faz sentido, você ordenar os seus
vendedores que utilizem jalecos para conversar com o cliente. Mas a autoridade
é uma boa forma para você impulsionar as vendas de sua empresa.
Ao
gerar conteúdo de valor para as pessoas e compartilhar os seus conhecimentos,
você dispara o gatilho de autoridade. A partir deste momento, elas o enxergam como alguém que realmente domina o
assunto e passam a prestar mais atenção em você. Esse, por
sua vez, é o primeiro objetivo dos gatilhos mentais, está lembrado?
Sendo
assim, você só precisa educar os seus potenciais clientes para despertar o
interesse deles em você e conforme essa relação se expande, você verá que
outros gatilhos também podem ser disparados, como é o caso do próximo gatilho
da lista.
2. Reciprocidade
Outro
princípio que nos segue em todos os momentos de nossa vida, a reciprocidade é
responsável por manter nossas relações em funcionamento e evitar que o convívio
social se torne um caos. A sua definição pode ser compreendida através do
ditado popular “É dando que se recebe”,
muito comum para despertar a empatia nas pessoas e fazê-las tomar atitudes de
bom grado em relação a outrem.
Quando
ainda somos crianças, e de forma instintiva, somos ensinados a tratar as
pessoas da mesma forma com a qual nos tratam. Em outras palavras, respondemos
com simpatia às pessoas que agem de forma cordial conosco, e com um tom mais
duro para os indivíduos torpes.
No
documentário Secret Life Of Babies,
especialistas comprovaram que os bebês já conseguem identificar diferentes
personalidades a partir dos três meses de idade. Um pouco mais tarde, por volta
dos dois anos, já é possível perceber a reciprocidade nas relações dos
pequeninos. A partir desse momento, os baixinhos já começam a ter afinidade com
outras crianças e procuram compensar os “bonzinhos”
e punir os “maus”.
Esse
gatilho mental que se revela muito cedo continua a nos influenciar conforme
vamos crescendo. Convenções sociais como presentear os aniversariantes, repetir
o convite àquele casal simpático que nos forneceu um jantar um saboroso, trocar
presentes em datas comemorativas e outras, revelam como somos compelidos a retribuir favores que recebemos
de outras pessoas.
Talvez,
esta seja a maior razão para a criação do vínculo de amizades, pois neste
relacionamento é muito comum a troca de favores de forma espontânea e sem
ressentimentos. Mas como provocar a reciprocidade em seus futuros clientes?
Está
técnica de vendas vem sendo aplicada e respeitada por muito tempo pelos vendedores mais experientes.
Oferecer jantares de gala aos potenciais clientes em troca de sua atenção para
uma proposta comercial é uma tática milenar para ativar o gatilho mental da
reciprocidade. Afinal de contas, como o vendedor despendeu de tempo para
oferecer um local agradável e uma boa comida, o mínimo que o convidado pode
fazer é ouvir a sua proposta e aceitá-la, na maioria dos casos.
Contudo,
quando falamos em inbound marketing ou marketing de
conteúdo, você não precisa gastar verdadeiras fortunas com reservas nos
melhores restaurantes, ou ainda investir milhares de reais na compra de
ingressos para o jogo de futebol do time favorito de seu cliente. Na verdade,
você pode utilizar da autoridade para gerar reciprocidade em seu público-alvo
mais rápido e de forma econômica.
Ao
contribuir com sua persona no momento em que
ela mais precisa, período em que pesquisa sobre um problema ou uma dúvida no
Google, por exemplo, você não só ativa o gatilho da autoridade, como também o
princípio de reciprocidade. Ao ajudá-la com um conteúdo verdadeiramente
útil, ela se vê obrigada a
compensá-lo.
Essa
compensação pode vir de diferentes modos e você é capaz, inclusive, de ativar a
recompensa que mais lhe interessa. Um comentário em sua página,
compartilhamento nas redes sociais, um novo fã em sua página no Facebook, ou um
novo contato em sua lista, são algumas maneiras de retribuição que o seu
prospecto pode escolher para se sentir “quite” com você.
A reciprocidade no marketing de conteúdo também
pode desencadear mais vendas, haja vista que o seu cliente em potencial já o
conhece e teve acesso a conteúdos de qualidade e de forma gratuita. Esse
relacionamento antigo, muitas vezes, contribui para fazê-lo investir em sua
oferta lá na frente. Mas existem outras técnicas que facilitam uma venda, como
você verá no próximo item desta lista.
3. Novidade e antecipação
Ambos
são muito utilizados pela Apple, uma fabricante de itens de tecnologia que
mudou a forma de consumo de tais produtos. A novidade e a antecipação utilizam da curiosidade e o desejo,
respectivamente, para realçar a importância de uma oferta. Através delas somos
influenciados a adquirir produtos ou serviços para atender uma necessidade, que
até então, desconhecíamos.
O
novo é sempre mais tentador que o velho. Quando somos expostos a situações
inéditas experimentamos uma série de emoções que em circunstâncias comuns
estariam ausentes. Por esse motivo, você se sente melhor quando tem o celular
recém-lançado em seu bolso, ou ainda, não consegue frear a necessidade de
adquirir o carro do ano.
Por
outro lado, a curiosidade também pode nos levar a cometer loucuras. Por conta
dela, milhares de pessoas chegam cedo a lugares de shows para garantir o seu
lugar, ou povoam uma multidão frente aos novos lançamentos da Apple. A
curiosidade é uma reação natural do ser humano, por meio dela conseguimos
descobrir novas coisas. Atitudes simples como falar e caminhar só nos foram
possíveis porque tínhamos curiosidade quando pequenos.
Mas
onde a novidade e a antecipação entram quando falamos em gerar novas vendas
para sua empresa?
Você
pode utilizar do gatilho mental da novidade para promover produtos e serviços
que foram adicionados recentemente em sua empresa. Ao chamar atenção para esses
novos itens em seu negócio, os seus potenciais clientes sentirão o desejo de
comprar.
Quando
você relaciona a novidade com a escassez e urgência, por exemplo, os seus resultados são ainda maiores.
Pois, além da curiosidade natural pelo novo, os seus potenciais compradores
também têm de lidar com a quantidade limitada do produto ou o tempo escasso
para aproveitar a sua oferta.
Já
a antecipação, por sua vez, aproveita da curiosidade natural das pessoas para
gerar novas vendas. Ao fixar um período específico para aquisição de
determinada oferta, você causa ansiedade em seu público-alvo, o que os faz agir
por impulso na abertura do carrinho.
Bons
exemplos de antecipação são os anúncios de reinauguração de locais ou
lançamento de cursos na internet. Durante o pré-lançamento ou inauguração você
mantém o público aquecido sobre aquele tema, interage com eles e gera
expectativa. Quando o grande dia chega, centenas de pessoas fazem a compra,
impactadas pela curiosidade e o desejo cultivados até aquele momento.
A
novidade e a antecipação andam de mãos dadas quando falamos de persuasão.
Porém, o seu uso deve ser tomado com cuidado. Ao anunciar uma possível novidade
da sua empresa e gerar antecipação, é preciso que essa coisa seja de fato nova.
Caso contrário, sua oferta pode ser taxada como propaganda enganosa e não obter
os resultados que você deseja.
Além
disso, para que ambos os gatilhos mentais funcionem, você deve contar com um
pré-lançamento ou uma reinauguração orquestrada. Ou seja, a data de liberação
deste produto ou serviço deve ser informada previamente ao potencial cliente e
o prazo cumprido. Assim você também habilita a sua oferta para os próximos
gatilhos da lista.
4. Prova social ou comunidade
Somos
seres sociáveis e ponto final. Apesar de muitas pessoas tentarem negar este
ponto, até mesmo os bebês já conseguem identificar um rosto humano em suas
primeiras horas de vida. Mesmo com uma visão turva e embaçada, o recém-nascido
consegue diferenciar um rosto humano e sente-se atraído automaticamente para
ele.
Essa
habilidade nata é capaz de comprovar que nascemos para viver em grupo, ou em sociedade como
algumas pessoas preferem. De fato, desde muito cedo somos inseridos nos mais
diversos grupos sociais (família, igreja, escola, trabalho, amigos, etc.) e
nossos laços são maios fortes com as pessoas semelhantes a nós. Seja no modo de
vestir, falar, se comportar, pensar ou entre outros, sempre buscamos por esses
padrões em nossas relações.
Este
comportamento natural dos seres humanos é capaz de disparar os gatilhos da
prova social e comunidade. Ao prevermos que o mais popular é o melhor, ou
seguirmos os padrões preestabelecidos do grupo no qual estamos inseridos,
estamos indo de encontro aos princípios de prova social (efeito manada) e
comunidade, respectivamente.
Mas
como utilizar a prova social e a comunidade para gerar vendas?
Eu
aposto que você já se deparou com uma fila em frente a um restaurante, ou teve
de esperar alguns minutos (até horas) para conseguir uma mesa se não fez
reserva. Com a justificativa que eles estão sem mesas disponíveis, cria-se uma
fila de pessoas em frente ao estabelecimento a espera e ansiosos para entrar. Qual
o efeito real disso quando falamos em marketing?
Agora
pense mais um pouco e reflita quantas vezes você decidiu parar em um
determinado restaurante em decorrência da fila em frente a porta? Provavelmente
você deve ter experimentado essa situação pelo menos uma vez em sua vida. Mesmo
que isso não tenha ocorrido com um restaurante, a mesma cena se repete nas
filas do cinema, entradas de boates, shows e etc.
Será
coincidência? É lógico que não! Os proprietários destes estabelecimentos
conhecem o poder do efeito manada para lotar seus centros comerciais e usam
este princípio todos os dias em seu negócio. A comunidade também ajuda a
convencer as pessoas que esses locais com fila de espera são melhores do que os
outros, e que se as pessoas lá dentro (parecidas com você por sinal) estão se
divertindo, você também o fará quando chegar a sua vez de entrar.
Na
era da internet, no entanto, você não precisa se preocupar em criar uma fila
gigantesca em frente ao seu comércio ou empresa. Aliás, dependendo de seu nicho
de mercado, criar uma fila de espera pode ser um desafio quase impossível de
vencer.
Nos
dias de hoje você pode e deve
usar o poder das mídias sociais ao seu favor. Quanto mais
pessoas fazem check in em sua loja, mais curtidas tem no Facebook, maior o número
de seguidores no Twiiter, mais inscritos em seu canal no Youtube e assim por
diante, mais prova social e senso de comunidade você gera para o seu negócio.
Não
é à toa, que uma das táticas mais famosas do Facebook para convencer as pessoas
a curtirem uma página é mostrar a elas quem, dentre seus amigos na rede social,
já curte este estabelecimento ou empresa. Mostrando as pessoas que você agradou
aos seus amigos ou outras pessoas como ela, com os mesmos interesses, você
aumenta as suas chances de fazer uma venda. Depois disso, é só partir para o
último gatilho da lista e fechar as vendas com chave de ouro. Está preparado?
5. Escassez e urgência
Você
conhece a black Friday, estou certo? Apesar de ser um assunto polêmico em
relação aos descontos reais ou fantasiosos desta data, o princípio por trás
deste esforço de venda em massa é bem simples. Você tem apenas um dia, uma
Sexta-Feira e daí o nome, para aproveitar as melhores ofertas e comprar aquilo
que veio adiando o ano inteiro.
Prometendo
descontos quase absurdos, a Black Friday é um dos maiores exemplos dos gatilhos
mentais de escassez e urgência em funcionamento. Quando disparados, esses princípios
mexem com a única coisa que nenhum ser humano sabe e consegue lidar: a sensação de perda.
Sempre
que acreditamos que estamos perdendo algo, nosso organismo entra
instantaneamente em modo de defesa, pois ele foi programado para isso como
falei lá no início, está lembrado? O resultado é que faremos de tudo,
exatamente tudo, para garantir o nosso direito e reverter a situação ao nosso
favor.
A
sensação de perda explica porque ficamos irados quando alguém passa em nossa
frente em uma fila de banco, por exemplo. Inconscientemente pensamos: “Se eu
tenho que esperar horas aqui em pé, porque esse cara pode passar na minha
frente. É injusto!”.
Mas
como você pode lidar com o sentimento de perda para ativar os gatilhos de
escassez e urgência em sua empresa?
Estes
são os gatilhos mais comuns no processo de vendas e mais usados
atualmente. Por conta disto não é tão difícil colocá-los em prática em suas
páginas ou vídeos de vendas, por exemplo. Basta você adicionar um limite de
inscritos para o seu curso, fornecer um estoque limitado para a venda com
desconto de seu produto, entregar um cupom de desconto para os seus serviços
com limite de uso e Clique, zum, as pessoas farão de tudo para não perder essa
oportunidade.
Frases
como “não perca essa oportunidade”,
“desconto por tempo limitado”,“promoção válida enquanto durarem os estoques”
e muitas outras, são exemplos da aplicação dos gatilhos mentais de escassez e
urgência. Nossa cultura capitalista nos ensinou que aquilo que é raro ou
limitado possui muito mais valor e por isso desejamos esses itens do fundo de
nosso âmago.
Mas
atenção, assim como qualquer outra arma de persuasão citada neste artigo, a
escassez e a urgência devem ser usadas com cautela e responsabilidade. Ao usar
destes dois artifícios em seu processo de vendas, garanta que o seu produto é
realmente escasso e que a aquisição dele realmente demanda urgência. Se não for
assim, pode acarretar o efeito contrário para sua empresa e repelir os clientes
ao invés de atraí-los.
